Velho do Rio morre em Pantanal? Saiba como sucuri escapa de tiro na novela

O Velho do Rio (Osmar Prado) vai levar um tiro ao tentar matar Tenório (Murilo Benício) em Pantanal. O vigilante do bioma, que estará na forma de sucuri no momento do disparo, vai ficar com a bala encravada em seu corpo –encarando a morte mais uma vez. A entidade, porém, escapará graças a um “anjo”. 

“Eu sabia, sabia…que ocê ia vim atrás de mim… Eu sabia”, dirá o Velho do Rio caído, agonizando. Ele verá Eugênio (Almir Sater) se aproximar para cuidar de seu ferimento e acolher o guardião em sua chalana.  

Em seguida , o idoso vai fazer o chalaneiro tremer de medo ao sobreviver, mas vai desaparecer do nada enquanto conversa com o amigo. “Diacho, o velho sumiu?”, dirá o comerciante no capítulo desta sexta (15). 

Deitado na embarcação, o personagem de Osmar Prado estará despertando aos poucos quando Eugênio chegará com um peixe frito que será recusado pela entidade. Enquanto se sentará para comer, ele trocará um dedo de prosa com o ancião 

“Você deu sorte d’eu tê lhe encontrado com vida. Era pra eu tá em Campo Grande uma hora dessas. Tenho um frete pra fazê, de lá pra fazenda do sêo Zé Leôncio [Marcos Palmeira]. O amigo já ouviu falar?”, perguntará Eugênio, que será ignorado pelo vigilante. 

O dono da chalana, então, falará sobre o estado do amigo e perguntará sobre a bala que atingiu o velho. Ele terá sido atingido ao se transformar em sucuri para matar Tenório (Murilo Benício). “Eu tava vindo m’embora quando te achei lá, estirado… Furado de bala. Cadê a mardita?”, vai questionar Eugênio. 

O Velho do Rio buscará a bala no seu corpo até se deparar com a sutura improvisada pelo amigo no lugar do tiro. O chalaneiro, ainda por cima, estenderá a mão e mostrará a bala que terá retirado. 

“Tava aí de dentro… É sua. Se quiser, pode ficar”, vai oferecer o personagem de Almir Sater. Depois de permanecer em silêncio, o guardião resolverá abrir a boca e falará sobre o incidente ocorrido. “O mardito fugiu… E ainda me feiz isso”, dirá o idoso, deixando o dono da chalana curioso. 

“De que mardito que tâmo falando?”, vai perguntar Eugênio, que será novamente ignorado pela entidade. Na sequência, o chalaneiro vai comemorar a sobrevivência do Velho do Rio. “O amigo teve muita sorte por tê escapado dessa com vida. E muito azar de vîtomá um tiro bem nesse fim de mundo”, analisará. 

O encantado voltará a abrir a boca e vai afirmar ao dono da chalana que sorte e azar não existem. “Só o que existe é a lei do retorno”, comentará o idoso, deixando Eugênio reflexivo, mas sempre preocupado com o estado do acolhido. 

“Então o amigo deve tê feito algo muito ruim pra terem te largado do jeito que largaram. A propósito… Chegando lá na cidade, era bom você vê essa ferida… Eu limpei direito, mais é bom num brincar com isso… Ainda mais na sua idade, num é?”. 

Em seguida, o chalaneiro perceberá, assustado, que o Velho do Rio não estará mais no local. “Amigo… Você tá aí? Diacho… O velho sumiu?”, vai concluir Eugênio depois de revirar tudo com o olhar. Sem respostas, ele seguirá com a chalana pelas águas. 

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