Série ‘Maldivas’ é ‘sátira bem feita’ de gente rica, diz Manu Gavassi

Maldivas é um luxuoso condomínio na Barra da Tijuca, no Rio. Seus moradores são pessoas abastadas, que vivem de aparência e priorizam status em detrimento de todo o resto. Os segredos de cada um dos que ali vivem parecem bem guardados, até que um assassinato mexe com as estruturas do local e todos são obrigados a lidar com as consequências de seus atos. 

Desta maneira se inicia “Maldivas”, a nova série da Netflix, uma mistura de drama e comédia que não mede esforços ao tirar sarro de gente rica. Trata-se de uma das mais aguardadas produções nacionais da plataforma, reunindo um elenco com nomes de peso como Manu Gavassi, Bruna Marquezine, Klebber Toledo, Carol Castro e Sheron Menezzes. 

Manu Gavassi interpreta Milene, a síndica do Maldivas, uma pessoa que, superficialmente, demonstra ser dona do próprio nariz e ter tudo sob controle. Casada com o cirurgião plástico Vitor Hugo (Klebber Toledo), ela é infeliz em sua intimidade e as coisas não são como ela demonstra ser. Tudo isso é mostrado ao público com cenas que misturam dramas pessoais com muito bom humor. 

Para Gavassi, “Maldivas” entrega uma “sátira bem feita” de pessoas como Milene, o que deve atrair inclusive aqueles que se identificam com a personagem. “Sabendo fazer humor respeitoso e bem feito, todo mundo ri, até mesmo quem está sendo zoado”, brinca Manu em entrevista a Splash. “Eu sei disso porque já usei esse artifício várias vezes, já fiz zoeira comigo até mesmo em trabalhos. Acho que essa foi a grande virada para mim.” 

“Existe um poder muito grande na comédia, de você poder falar sobre as coisas e se observar também. Eu acho que esse é o caso de ‘Maldivas’”, defende a cantora. 

“Existe uma diversão de você rir disso na tela, dos problemas dessas mulheres, ao mesmo tempo que existem coisas extremamente superficiais, e essa é a graça da série: misturar esse superficial com camadas mais profundas.” 

A atriz entende que, ao desenrolar de “Maldivas”, o público conhecerá mais da intimidade de cada uma das personagens, cada uma vivendo diferentes dificuldades. “Você percebe que existem traços de humanidade e problemas reais. Tem o lance da autoestima, por exemplo, de você ser humilhada por alguém que você ama. Isso dói em qualquer um.” 

Manu Gavassi brinca que os “problemas de gente rica” vividos pelas personagens também são sentidos por ela na vida real, como aconteceu recentemente, quando a atriz teve seu passaporte roubado durante uma viagem na Europa. “Ser roubada é ser roubada em qualquer lugar, não é legal. Ainda mais o seu passaporte, o que gera uma grande burocracia.” 

“Eu nem dramatizei esse assunto, justamente por isso. Pô, estou confortável, estou fazendo a minha viagem. Existiu isso? Sim, mas não farei disso um grande drama.” 

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