Tiago Leifert se afastou do ‘The Voice’ assim que soube da doença da filha: “Conheci a escuridão”

Tiago Leifert e Daiana Garbin deram uma entrevista para o Fantástico neste domingo (30) em que falaram um pouco mais sobre a doença da filha, Lua, de 1 aninho. A menininha foi diagnosticada com retinoblastoma, um tipo raro de câncer nos olhos, que acontece nas células da retina. 

“Fiquei 10 dias longe dela, ela estava prestes a fazer 11 meses, a peguei no berço e vi que ela não olhou no meu olho, olhou meio de lado. Botei ela na frente do espelho e vi o olhinho dela fazer um movimento irregular”, contou Tiago. “Eu dizia: ‘para de ser doido, não tem nada. Ela está perfeita.’ Acho que o coração de mãe não quer enxergar”, completou Daiana. 

Tiago, então, começou a achar muito estranho o reflexo claro que via na pupila da filha e, mesmo contrariando a todos, resolveu levá-la ao oftalmologista, onde foi feito o diagnóstico da retinoblastoma. “Ela não dava nenhum sinal, nenhuma dor, nenhum incômodo. Ela não demonstrava absolutamente nada. A gente nunca ia imaginar”, disse a jornalista. 

Tiago ressaltou que, apesar da doença estar no nível E, que é o grau mais forte, eles conseguiram descobrir a tempo de fazer um tratamento. “A gente estava em cima da hora, gente teve muita sorte. Claro que, quando oro, peço a cura dela, mas temos muito que agradecer, ela estava correndo seríssimo risco quando a gente chegou”, recordou. 

Afastamento do trabalho 

Tiago lembrou que, quando descobriu o câncer de Lua, em outubro de 2021, estava prestes a começar as gravações da segunda fase do The Voice. “Liguei para o Boninho [diretor do programa] e falei: ‘deu um problema aqui’. E contei pra ele. Na mesma hora, ele falou: ‘pelo amor de Deus, fica aí, que vou dar um jeito aqui’. Não sou uma pessoa triste, mas naqueles dias conheci a escuridão”, declarou. “Não tinha a menor condição de trabalhar. Não consegue pensar em nada, é uma dor dilacerante”, completou Daiana. 

Tratamento 

Lua já fez quatro sessões de quimioterapia. “É um tratamento arterial, com se fosse um cateterismo, e os médicos levam o medicamento até o olho. Por isso não tem efeitos colaterais”, explicou Daiana. “Não sabemos quantas sessões serão necessárias, mas é um passo por vez, estamos muito confiantes, com muita fé e temos certeza na cura da nossa filha”, disse Tiago. 

Os dois evitam chorar na frente da filha. “A gente combinou que chora escondido no banheiro. A gente precisa ficar forte pra ela ficar forte. Por ela ser pequena, não saber o que está acontecendo, estar sempre sorrindo, ela não deixa a gente ficar triste. Digo:’minha filha, você me dá forças’”, disse Daiana. “A gente tem que manter muita força e otimismo. Respirar fundo, mentalizar o melhor e ir pra luta. Agora é isso, declaramos guerra à essa doença. Pra ninguém nunca mais chegar ao grau E”, afirmou Tiago. 

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