Atriz de Pantanal vira Juma de vez e rejeita rótulos: ‘Me relaciono com pessoas’

Alanis Guillen não teve reservas para falar sobre a sua sexualidade ao ser apresentada oficialmente como a “nova Juma”. A intérprete, que vai protagonizar o remake de Pantanal que a Globo prepara para o primeiro semestre de 2022, preferiu não se ater a rótulos ou se definir simplesmente como bissexual. “Eu me relaciono com pessoas”, pontuou.

“Eu sou uma mulher múltipla, eu nem coloco mais se eu sou bi ou o quê eu sou. Se tem um coração que se conecta com o meu, eu vou me relacionar”, acrescentou a artista em entrevista a Giuliana Girardi no Fantástico deste domingo (19).

A atriz de 23 anos ressaltou que preferiu conversar sem máscara com a repórter justamente para se identificar junto ao público, apesar de já ter passado quase um ano no ar em um dos papéis principais em Malhação: Toda Forma de Amar (2019).

O jornalístico não economizou elogios à Alanis, salientando que ela foi escolhida para o folhetim de Bruno Luperi já no primeiro teste. “Eu vi a foto dela e percebi o que estava buscando”, disse o autor, que trabalha na adaptação da obra do avô Benedito Ruy Barbosa.

O roteirista disse que não teve dúvidas de sua decisão depois de cruzar o rosto da jovem com imagem de uma onça, animal em que ela vai se transformar por diversas vezes na história. “Acho que foi o cabelão selvagem, solto, essa sobrancelha mais grossa, que eu já não fazia. Eu estava pronta, já estava no esquema”, brincou ela.

Ela não era nem nascida quando a Manchete exibiu a primeira versão da novela e se interessou pela personagem depois de assistir uma reportagem do próprio Fantástico. A atração, aliás, vem sendo usada como “vitrine” para a produção, que é vista como uma aposta da nova cúpula da Globo.

Mulher onça

Alanis nunca viajou à região do Pantanal e espera o início das gravações no próximo mês para conhecer a fundo o bioma. Enquanto isso, ela faz aulas de equitação e também de kung fu “É uma ferramenta que me deu força e objetividade, além de também passar um pouco pelo movimento dos animais, como tigre ou o louva-deus”, revelou.

Ela afirmou também não temer críticas ou expectativa exagerada sobre a sua chegada no horário nobre:

Não tenho medo. A Juma vai ter sangue. Ela pulsa. Para mim, ela é o Pantanal, essa natureza viva. Vamos recontar essa história no Brasil de hoje, esse Pantanal de agora, para o brasileiro de hoje. Está sendo uma missão. Estou entregue e muito feliz.

Alanis ainda recebeu a bênção de Cristiana Oliveira, que ficou com o papel em 1990. “Ela disse muito sobre como a Juma é minha agora, para não ficar presa e confiar em mim”, arrematou a atriz. 

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