Autor real afirma que William expulsou Harry do Palácio de Kensington

A atenção da mídia e dos súditos está voltada ao próximo encontro dos príncipes William e Harry na quinta-feira (1º/7). Brigados, os irmãos ficarão frente a frente no evento de inauguração da estátua da mãe, a princesa Diana, no Palácio de Kensington. Muito se especula sobre o conflito entre os dois filhos do príncipe Charles. Segundo o historiador Robert Lacey, a rixa entre a dupla começou meses após o casamento dos duques de Sussex, Harry e Meghan Markle, em 2018. 

Autor do livro Battle of Brothers, Lacey está prestes a lançar uma edição atualizada da publicação dedicada aos irmãos. Conforme investigou o comentarista da realeza, Harry e William tiveram um confronto “feroz e amargo” por causa das queixas de Meghan. As reclamações intimidaram os colaboradores da casa real. Embora a duquesa de Sussex tenha negado as declarações, quem não gostou do disse me disse foi o marido de Kate Middleton. 

Em entrevista à Hello! Magazine, o especialista de assuntos da dinastia Windsor revelou detalhes da batalha entre os duques de Cambridge e Sussex. De acordo com Lacey, William foi quem começou a dividir a família real e chegou a pedir ao irmão para sair do Palácio de Kensington. “William expulsou Harry”, disse um amigo em comum da dupla. O pai dos príncipes George, Charlotte e Louis ficou “horrorizado” com o que tinha ouvido dos funcionários e tomou uma atitude drástica. 

Na avaliação do historiador, o evento em memória à Lady Di pode ser a oportunidade ideal da dupla pôr um ponto-final na série de desentendimentos. “Acho que isso criará um grande progresso”, analisou Robert Lacey, em entrevista à Hello! Magazine. “Eles estão vindo de lados opostos do mundo, com o propósito expresso de homenagear a mãe, e o que mais eles poderiam fazer para homenageá-la do que pelo menos começarem a se unir novamente”, acrescentou o escritor. 

William e Harry se encontraram pela última vez no funeral do avô paterno, o príncipe Philip. À época, a imprensa especulava que as “feridas seriam curadas”, entretanto não houve uma reconciliação. “Eu não posso acreditar que qualquer um deles gostaria que esta ocasião fosse divisiva. Se eles tiveram todo esse trabalho para erguer um monumento à Diana e o que ela representa e representou, então certamente é o momento para eles alinharem sua própria posição com o que ela teria desejado”, ponderou Lacey. 

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