Karol Conká define como ‘tragédia’ sua passagem pelo BBB21: ‘A vergonha corrói’

O polêmico documentário ‘A Vida Depois do Tombo’ foi disponibilizado na madrugada desta quinta-feira (29) no Globoplay. Nele, Karol Conká define sua passagem pelo Big Brother Brasil 21 como uma “tragédia” e assume seu arrependimento após receber o título de vilã da edição.  

“A vergonha corrói”, diz ela em uma das cenas da produção da GloboPlay, que têm acompanhado a sister desde a sua saída da ‘casa mais vigiada do Brasil’. Na primeira parte do projeto, a rapper aparece no mesmo ambiente que seu filho, Jorge, e de sua mãe, Ana Maria.  

“Minha maior preocupação era ele, mas eu sofri calada por saber que ele sofreu. Minha mãe também, [ela] tem problema de pressão alta, foi parar no hospital”, revela a ex-BBB com pesar pelo momento difícil vivido pelo filho. 

Karol assumiu que errou ao humilhar outros confinados, principalmente nos episódios envolvendo Lucas Penteado e Carla Diaz, mas reforça que não tem a menor intenção de aparecer destruída perante aos telespectadores para se redimir.  

“As pessoas acham que para a gente se arrepender, a gente tem que aparecer definhando na frente das câmeras, chorando, implorando, usando uma roupa muito simples, aparecer toda feia, para convencer o povo de que ‘sim, eu estou arrependida’”, garante a cantora. 

Acabou o cancelamento?

Em outro momento, a curitibana tenta amenizar sua situação ao falar sobre o cancelamento que vivenciou após deixar o confinamento: “A sensação que eu tenho é que eu cometi um crime. Aqui as coisas são muito maximizadas. Eu não fui a única pessoa que se estressou com um colega lá dentro, mas, aqui fora, a impressão que dá é que fui só eu”. 

A rapper ainda afirma, enquanto deixava o Rio de Janeiro para retornar para sua cidade, São Paulo, que ao contrário do que muitos pensaram pela demora dela em chegar ao palco após a eliminação, que não recebeu conselhos de seus assessores assim que deixou a casa, momento no qual apareceu muito tranquila para quem havia sido alvo da maior rejeição do Big Brother Brasil. 

“Não tá fácil ver as pessoas nas redes achando que eu fui ‘brifada’, que eu to sendo assessorada para me posicionar da maneira que eu estou me posicionando. Não, gente, não tem briefing, não tem assessoria, sou eu mesmo, a minha cabeça”, diz ela. 

Durante o documentário, Karol ainda diz sentir vergonha por sua postura com os demais confinados do programa: “Aconteceu essa infelicidade, tragédia, eu saí com a cabeça frita. Reconheço meu erro, mas a vergonha corrói, a gente disfarça falando: ‘Tô nem aí’, mas eu estou.” 

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